Um Mundo Possível › Cooperativas de crédito
Risco humano em cooperativas de crédito
Cultura e capacitação em segurança cibernética conduzidas como programa contínuo, e não como evento.
Por que o tema chega à cooperativa
- O atendimento direto ao associado, em agências e canais digitais, expõe colaboradores a engenharia social.
- Dados financeiros e pessoais de associados exigem comportamento consistente em todas as funções, não só na TI.
- Equipes distribuídas entre singulares têm rotinas e níveis de maturidade diferentes.
Exigência regulatória de cultura e capacitação
A Resolução CMN 4.893/2021 trata da política de segurança cibernética das instituições financeiras autorizadas pelo Banco Central, o que inclui as cooperativas de crédito, e alcança a cultura de segurança e a capacitação das pessoas.
Cumprir essa exigência de forma verificável pede programa com governança, registro e indicadores, não ações isoladas.
Programa sistêmico para centrais e singulares
Em sistemas cooperativos, o programa pode ser desenhado uma vez e executado por singular.
- Na central: governança, política, indicadores e leitura consolidada para a diretoria.
- Em cada singular: comunicação e capacitação adaptadas ao porte e às funções.
- Comparação de maturidade entre singulares para priorizar a atuação.
Como o SAO se aplica
O Security Awareness Office começa por uma Fase de Implantação de 90 dias e segue em operação contínua até o mês 12, com governança, comunicação por camada, intervenções comportamentais e indicadores. O ponto de partida é o diagnóstico de maturidade.
Descubra o nível de maturidade da sua cooperativa
O diagnóstico posiciona a organização nos cinco níveis e mostra por onde começar.
Fazer o diagnóstico de maturidade