Human Risk Behavior Management · Brasil

O comportamento humano é o vetor recorrente de incidentes. Treinamento isolado não muda esse comportamento.

Gestão contínua de risco humano, com governança, mensuração e modelo de maturidade. Um programa para TI e RH conduzirem juntos.

Metodologia de Alexandre Russo

62%
das violações de dados envolvem o fator humano
Verizon DBIR 2026
R$ 50 mi
limite da multa da LGPD por infração, de até 2% do faturamento
Lei 13.709/2018, art. 52, II
Por que o treinamento isolado falha

Comportamento não muda com conteúdo. Muda com gestão.

  1. 01

    O problema é de desenho, não de volume

    As campanhas de conscientização se multiplicaram, e o comportamento que gera incidente continua o mesmo. Conteúdo informa. Mudar comportamento exige contexto, repetição, medição e gestão.

  2. 02

    Cada camada tem um risco diferente

    O risco de um executivo não é o de um analista operacional. Conteúdo único para todos cumpre tabela de compliance e não reduz exposição.

  3. 03

    Sem medição, não há gestão

    A maioria das empresas sabe que tem exposição humana. Poucas sabem onde ela se concentra, qual camada pesa mais e como ela evolui mês a mês.

Soluções

Três formas de começar a gerir o risco humano

Programa contínuo · 12 meses

Security Awareness Office (SAO)

Programa contínuo para gerir o risco humano da organização, baseado no SANS Security Awareness Maturity Model.

Modelo padrão: governança com operação assistida. Conduzimos o programa junto com a TI e o RH da empresa.

Meses 1 a 3
Fase de Implantação, 90 diasDiagnóstico, governança, plano de comunicação por camada e indicadores de linha de base.
Até o mês 12
Operação contínuaIntervenções comportamentais, capacitação, medição periódica e leitura executiva.
Palestra in-company

Palestra sobre risco humano

Apresentação para lideranças e equipes sobre por que o comportamento é o vetor recorrente de incidentes e como geri-lo. Pode abrir o programa ou funcionar de forma independente. Ministrada por Alexandre Russo.

Ponto de partida

Diagnóstico de maturidade

Ferramenta online que posiciona a organização nos cinco níveis de maturidade e indica prioridades por camada. Responda e receba o resultado.

Fazer o diagnóstico

O método é independente de plataforma. Quando a empresa já usa ou prefere uma plataforma de simulação e capacitação (por exemplo, Hacker Rangers), o programa opera sobre ela.

Para TI e para RH

A mesma oferta, lida por quem conduz cada parte

A TI define os requisitos técnicos do projeto e dos usuários. O RH conduz a capacitação. O programa precisa funcionar para as duas áreas.

Governança, integração e leitura para a diretoria

  • Governança do programa: papéis, política, comitê e rito de acompanhamento definidos desde a Fase de Implantação.
  • Integração com a plataforma: o programa se encaixa na plataforma de simulação e capacitação que a empresa já adota.
  • Indicadores de risco: medição por camada, comparável mês a mês.
  • Leitura executiva: relatório para a diretoria que dispensa tradução técnica.

Comportamento, comunicação e capacitação contínua

  • Mudança de comportamento: o objetivo é o que as pessoas fazem, não a conclusão de um curso.
  • Comunicação por camada: mensagens e formatos distintos para operacional, gestão e executivo.
  • Engajamento: acompanhado ao longo dos 12 meses, não só na entrega.
  • Capacitação contínua: formatos curtos, ligados à rotina de cada função.
Método · SANS Security Awareness Maturity Model

Cinco níveis de maturidade, uma trajetória

NÍVEL 1
Inicial

Sem programa estruturado. Ações pontuais, sem responsável definido.

NÍVEL 2
Básico

Existe capacitação regular, orientada a conformidade, sem medir comportamento.

NÍVEL 3
Estruturado

Governança definida, comunicação por camada e indicadores de linha de base.

NÍVEL 4
Integrado

O programa sustenta a mudança de comportamento e se liga a processos de TI, RH e liderança.

NÍVEL 5
Estratégico

O risco humano é medido e reportado como risco de negócio, com melhoria contínua.

A Fase de Implantação estabelece a linha de base e leva a organização ao nível Estruturado. A operação contínua sustenta a mudança de comportamento (nível Integrado) e produz os indicadores que permitem tratar o risco humano como risco de negócio (nível Estratégico). O ritmo depende do ponto de partida de cada organização. Os cinco níveis correspondem, na ordem, aos cinco estágios do SANS Security Awareness Maturity Model.

Trajetória

Uma metodologia construída em 20 anos de cibersegurança

A metodologia foi desenvolvida por Alexandre Russo, com formação em Neurociências pela UFMG e 20 anos de atuação em cibersegurança. Ele é sócio-fundador da CW4, referência em segurança da informação em Minas Gerais, e fundador da BizMarket.

Nesse período, o trabalho foi da operação de segurança à consultoria e à gestão comercial, sempre próximo das pessoas que decidem e executam a segurança no dia a dia. Dessa vivência vem a convicção que orienta o programa: risco humano se gerencia com método, medição e continuidade.

Conheça Alexandre Russo e suas palestras

Diagnóstico de maturidade

Descubra em qual nível de maturidade sua empresa está

O diagnóstico posiciona a organização nos cinco níveis e mostra por onde começar. Os dados são tratados com confidencialidade.

Fazer o diagnóstico de maturidade
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